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Carlos Gonçalves é um empreendedor social, um amarantino de 23 anos, que quer mudar o mundo um par de botas de cada vez!

2017-10-20

 

Carlos Gonçalves é um empreendedor social, um amarantino de 23 anos, que quer mudar o mundo um par de botas de cada vez!

Portugal foi considerado em 2014 pela "Global Forest Watch", o 4º país do mundo com maior taxa de desflorestação e o que este jovem pretende é aliar natureza ao artesanato, com uma missão social. A Walkest nasce da paixão entre o artesanato e a natureza, com a criação de um modelo de botas intemporal. Estas botas apresentam uma produção artesanal, onde podemos em cada par levar um pouco da cultura e tradição de Portugal. A utilização de pele com tratamentos vegetais reduz efeitos de poluição, como metais pesados libertados para a natureza, mas para este jovem empresário era pouco. Assim a marca nasce com uma missão social muito simples, "One pair of boots, One pair of trees" onde por cada par de botas vendido, serão plantadas duas árvores.

Este projeto, Incubado na IRIS – Incubadora Regional de Inovação Social, conta já com a parceria da Quercus, GreenCork, Floresta Comum e com o Município de Amarante.

A Walkest foi recentemente premiada no concurso “Tâmega Sousa Empreendedor”, na categoria “Ideias com futuro”. Agora continua o trabalho na IRIS. No terreno está já uma campanha de financiamento coletivo, crowdfunding, (https://www.indiegogo.com/projects/walkest-walk-by-forest) na plataforma Indiegogo, com o objetivo de alcançar um investimento inicial de 15 mil euros. A campanha em curso decorre até 14 de outubro, data em que se espera atingir os 15 mil euros e arrancar com a produção 100% artesanal das botas.

De momento existem já protótipos da bota produzidos de raiz, em Benedita, Alcobaça, de forma totalmente artesanal.

É expectável que os primeiros pares comecem a ser enviados aos compradores já em meados de novembro. Com cada par seguirão uma fotografia do momento da plantação das árvores, que serão “batizadas” com o nome dos compradores, e a localização GPS, aponta Carlos Gonçalves.

 

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